O Sindehotéis Curitiba realizou na manhã de ontem, 14 de maio, a reunião de negociação com o Seha (Sindicato Empresarial de Hospedagem e Alimentação) em sua sede. O encontro contou com a participação de representantes de ambas as entidades para discussão de temas essenciais ao setor de gastronomia e hospedagem de Curitiba e Região.

Pelo Sindehotéis, estiveram presentes o Sr. José Petri, Diretor Presidente; a Sra. Lucimeri Guerra, Diretora Tesoureira; e o Sr. Claudeir Albunio, Diretor de Assuntos Jurídicos.

Representando o Seha, participaram o Advogado Sr. André Fatuch Neto; a Sra. Jhesyka Aline Caruso, da Zamp S.A; o Sr. Marcelo do Amaral Lupion, do Castelo do Batel; e o Sr. Ricardo Augusto de Oliveira, do Hotel Estância Betânia.

Durante o encontro, as partes discutiram questões relevantes para o setor, com enfoque em percentuais de reajustes salariais, vales refeição, alimentação e demais assuntos pertinentes à negociação coletiva. Segundo o calendário de trabalho, a nova Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) encontra-se em fase avançada de fechamento.

O Sindehotéis Curitiba reafirma seu compromisso com a busca por soluções que beneficiem trabalhadores e empresas do setor, fortalecendo as relações comerciais na região.

Respostas de 4

  1. Por causa dos horários diferenciados dos hotéis e restaurantes, quem não usa vale transporte deveria ter vale combustível obrigatório. O sindicato deveria lutar por isso nessas negociações.

  2. Reforço o comentário da amiga Karla acima: devido aos horários diferenciados de atuação, seria de grande valia que os funcionários pudessem optar por receber auxílio combustível. Também seria de grande valia termos, ao menos, algum convênio para poder estacionar nossos carros sem pagar quase meio salário mínimo mensal na mensalidade. A conta torna-se inviável: pagar 600 reais de mensalidade de estacionamento e mais 700 a 1000 reais mensais de combustível.

    Para que não hajam distorções interpretativas: O problema não é o horário de trabalho (que, para mim, é perfeito, pois rendo melhor durante a noite) mas sim a opção de trocar o VT pelo vale combustível e algum incentivo/parceria que nos permita reduzir o custo com estacionamento.

    1. Poderíamos lutar por um Vale-Alimentação (VA) melhor. Afinal, o que se compra no mercado hoje em dia com R$ 145,00? Além disso, em relação ao nosso VR, a empresa poderia nos oferecer um cartão com o valor em vez de fornecer a alimentação diretamente. Assim, teríamos mais liberdade de escolha e não seríamos obrigados a comer apenas lanches e pizzas.

  3. Seria um diferencial mesmo o valor do vale transporte em vale combustível a gente vem cedinho trabalhar outros sai tarde seria bom rever obrigado